sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Super filme para 2014.








     O Lobo de Wall Street (The Wolf of Wall Street) estreia em 3 janeiro de 2014. Conta com um elenco de primeira, Leonardo DiCaprio, Matthew McConaughey,  Jonah Hill,  Jean Dujardin, e mais, Martin Scorsese no comando só pode ser coisa boa! O trailer já está disponível na grande rede.
    Esse filme é uma adaptação do livro de memórias de Jordan Belfort, que no Brasil ganhou o nome de "O Lobo de Wall Street". Belfort foi um financista da Wall Street que entrou em decadência nos anos 90. Sua história envolve o uso de drogas e crimes do colarinho branco. Vaidade, ganância, soberba, luxúria, mazelas humanas, todo o que faz parte dos ingredientes de uma decadência. Só lhe restou então escrever um livro de memórias, e entrar para o time dos "já tive." Agora eu pergunto, será que teve mesmo? Ou, o dinheiro não caiu em mãos erradas. O dinheiro nunca some, ele apenas muda de mãos.
     O "lobo" durante o dia ganhava milhares de dólares por minuto. Durante as noites gastava o mais rápido que podia, com drogas, sexo e viagens internacionais. Jordan Belfort, cujas artimanhas acabaram levando-o para a prisão.
Abraços!


terça-feira, 27 de agosto de 2013

A foice e o martelo agora são de Ouro.



" Todas as vantagens têm o seu imposto."
Ralph Emerson

"Não há nada no socialismo que mais alguns anos ou algum dinheiro não possam curar."
Will Durant



“Na política não há amigos, apenas conspiradores que se unem.” 
Victor Lasky


"No capitalismo os resultados são melhores que as intenções. No socialismo, as intenções são melhores que os resultados."
Sir Winston Churchill


     Nunca me iludi com essas teorias sobre socialismo.Tudo
papo furado! Você aprende coisas importantes, claro,
mas no campo da teoria, já que nesse País contaminado
pela corrupção fica impossível ser implantado outro sistema.
  Quem poderia resolver isso mergulhou de corpo e alma nessa imensa piscina de lama. Esse é o nosso sistema, triste isso né! Na campanha de 1989 tinha 18 anos e já dizia a colegas meus que quando esses socialistas (inclusive eles) entrassem no “mercado” iriam para o clube do capitalismo, o que acabou acontecendo. Hoje são tão gananciosos quanto qualquer outro capitalista. Tem uns que só tomam Whisky Blue Label, ou seja trocou sua cachacinha pelos doces hábitos dos ricos, burgueses, como eles falavam. Esses ex-militantes que agora são políticos de carteirinha que antes impunham suas armas, atacavam os outros com suas línguas que mais pareciam espadas, alguns foram até guerrilheiros e hoje se deleitam tomando vinhos fabulosos de 15 mil reais a garrafa, e alguns estão até milionários, outros bilionários, até o aspecto muda, hoje eles mais parecem um banqueiro da Wall Street no modo de se vestir e de viver. Tudo era papo para entrar no clube, teoria mesmo. São poucos os que pensam no bem estar de todos. Os militares tão atacados por estes, bom, que eu me lembre nunca os vi metidos em escândalos, metendo a mão no dinheiro público, muito menos profanando bens da nação.
   Ainda existe na política movimentos que lutam por melhorias na vida de todos nós, e lutam bravamente para que se faça de vez as esperadas reformas sociais, porque entra governo e sai governo e nada. Uma luz no fim do túnel.
Abraços!








sexta-feira, 26 de julho de 2013

Mercado em baixa, a hora do urso.



"Pense com tranquilidade, mas execute rapidamente tuas decisões." 
Sócrates


    Quando o mercado começa a cair é preciso entender essa frase: "Devagar mais com pressa."
A história financeira nos mostra pessoas vitoriosas com o mercado em queda. Essas pessoas são sempre focadas e estudiosas. Não se deixam abater de forma alguma. Apreciam os detalhes, lá onde ninguém presta atenção. Hoje em dia é tudo mais simples devido a maravilhosa Tecnologia da informação e da comunicação. Agora imagina bem lá atrás, no princípio de tudo. Outra vantagem nestas pessoas está no silêncio (o silêncio é de ouro), nada de exibições. Costumam ser rápidos e rasteiros! Observam detalhes já que"uma árvore não cresce até o céu." A pessoa procura rapidamente algo em que possa se agarrar e sai justamente por ali. Têm uma grande capacidade de se readaptar para voltar melhorado.  
    Nunca cometer erros velhos. A vaidade é algo que cega. Ouvir bajuladores é outra coisa errada e feia. Bajulador(a) é um fingido(a), é o primeiro a lhe dar as costas.

Selecionei algumas fantásticas frases de pessoas ilustres que gostaria de compartilhar com vocês:

"As únicas coisas que evoluem por si mesmas, em uma organização, são a desordem, o atrito e o mau desempenho." Peter Drucker

"Pense com tranquilidade, mas execute rapidamente tuas decisões."
Sócrates

"Às vezes olhamos tanto para uma porta que se fecha que só muito tarde vemos a porta que está aberta." Alexander Graham Bell

"Se eu tivesse oito horas para derrubar uma árvore, passaria seis afiando meu machado." Abraham Lincoln

"Existe o risco que você não pode jamais correr e existe o risco que você não pode deixar de correr." Peter Drucker

"Gênio é quem sabe aplicar a arte da oportunidade."  Napoleão Bonaparte

"Sábio é aquele que conhece os limites da própria ignorância." Sócrates

"Aquele que fala irrefletidamente assemelha-se ao caçador que dispara sem apontar." Montesquieu

"O conformismo é carcereiro da liberdade e inimigo do crescimento." John Kennedy

"Os que renunciam são, em maior número, aqueles que mais fracassam. " Henry Ford

"Na vida há algo pior do que o fracasso: não ter tentado nada." Franklin Delano Roosevelt

"Por trás de todo progresso há o entusiasmo."  Henry Ford

"Na natureza não há castigos nem prêmios, só consequências." Pensamento Chinês


Fantásticas frases! Sobre essa penúltima, o entusiasmo pode levar a pessoa a ficar vaidosa, cega, negligenciar pontos importantes, certos detalhes e empurrar algo para baixo do tapete. A saída pode está justamente aí.

Muito grato pela leitura.

domingo, 14 de julho de 2013

Engajamento agora é outro, revela pesquisa.




Os jovens brasileiros desconfiam dos políticos e estão cada vez mais desencantados com os partidos. Isso não provoca, no entanto, o seu afastamento automático de atividades politicamente engajadas. Ligado a organizações que se caracterizam pelo uso de redes sociais e pela estrutura pouco hierarquizada, um número significativo de jovens está se mobilizando em torno de um amplo leque de questões políticas e sociais.
Temas que vão da mobilidade urbana à organização de grupos de hip hop e cineclubes na periferia das grandes cidades fazem parte do cotidiano desses moças e moças, de acordo com três grandes pesquisas realizadas recentemente sobre juventude no Brasil. Embora conduzidas por diferentes pesquisadores e com focos diversos, as três apontaram na mesma direção.A mais ampla delas, apoiada pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), foi concluída no ano passado. Ouviu cerca de quatro mil jovens e a análise de seus resultados ainda não foi completamente esgotada.
Denominada Juventude e a Experiência da Política no Contemporâneo, essa pesquisa focalizou grupos organizados e fora das estruturas políticas partidárias. O resultado surpreendeu os pesquisadores, sobretudo pela sua variedade.
Foram localizados desde estudantes fortemente articulados no Movimento Passe Livre na região Sul a grupos de hip hop no Nordeste. A lista também inclui jovens em sindicatos rurais, coletivos em escolas públicas e privadas e rádios comunitárias, entre outros casos. "Nos deparamos com muitos grupos em diferentes inserções, em torno de algum objetivo comum, visando alguma transformação social", diz a coordenadora da pesquisa, a psicóloga Lucia Rabello de Castro, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Uma das características desses grupos que mais chamaram a atenção foi o desencanto com as formas convencionais de fazer política. "Eles se queixam de estruturas muito verticais e hierarquizadas, com pouco espaço para o que têm a dizer", relata a coordenadora.
Periferia. Também em 2012, quando ainda pareciam inimagináveis as marchas de protesto ocorridas neste ano, a pesquisa Comunicação e Juventudes em Movimento, organizada pelo Instituto Brasileira de Análises Sociais e Econômicas (Ibase), apontou na mesma direção. Mesmo com foco mais restrito, de estudos de caso, ela detectou a efervescência de movimentos de jovens de periferia que recorrem cada vez mais a novas tecnologias de comunicação para se organizar e agir.
A coordenadora da pesquisa, socióloga Marina Ribeiro, observa que, embora a porcentagem de jovens organizados ainda seja muito pequena, é significativo o fato de estarem se estruturando cada vez mais fora dos partidos, sindicatos e movimentos sociais já conhecidos. A estudiosa também assinala a existência de um alto grau de insatisfação entre esses jovens.
Ela é causada por razões que vão da precariedade de serviços públicos à falta de acesso a bens de consumo. "Foram essas insatisfações que levaram um milhão de pessoas às ruas", diz.
A terceira pesquisa, Quebrando Mitos: Juventude, Participação e Políticas, é a mais antiga das três. Realizada em 2008, ela detectou insatisfação dos jovens com a estrutura partidária onde menos se esperava, entre militantes de partidos.
Para a coordenadora do estudo, a socióloga Miriam Abramovay, o resultado foi um anúncio: "Ao rever o que apuramos no levantamento, concluo que tudo o que vimos agora na rua está sendo anunciado há algum tempo".
Por Roldão Arruda, estadao.com.br                                           

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Mercado: Agora é com o bando de ursos.






'Fundos abutres' já rondam a dívida da OGX


Investidores se preparam para renegociar débitos, inclusive com a participação de grupos especializados em comprar papéis de empresas em crise

Investidores estrangeiros já se posicionam para uma eventual reestruturação da dívida da OGX, que tem cerca de US$ 3,6 bilhões em títulos, com vencimento em 2018 e 2022. Analistas acreditam que a empresa não estará apta a cumprir todos os seus compromissos, mesmo se colocar à venda alguns de seus ativos ou exercer a opção de put, ou seja, houver uma injeção de capital de US$ 1 bilhão por Eike Batista, controlador da companhia.
Além dos bônus estarem sendo negociados em níveis de preço que embutem a possibilidade de reestruturação da dívida, a liquidez tem sido elevada nas pontas de compra e de venda, indicando a presença de fundos especializados em papéis que estão prestes a serem reestruturados, chamados no mercado de "fundos abutres".
"Normalmente esses fundos começam a comprar papéis para serem maioria em uma situação de reestruturação, que pode envolver processos judiciais", explicou a operadora sênior de dívida do Credit Agricole Securities, Juliana Moreira. Pelas cláusulas dos bônus, para ser maioria é preciso ter uma posição de 25% dos papéis.
Para muitos analistas, a incapacidade de gerar caixa somada aos vencimentos previstos deixam poucas alternativas para a empresa e o caminho da reestruturação da dívida é muito provável. "A questão é matemática, a conta não fecha", disse Juliana. A percepção é que a empresa, mesmo se contar com uma injeção imediata de capital, pode não gerar caixa suficiente a partir do próximo ano para honrar suas dívidas.
Viabilidade. O banco Barclays disse em nota a clientes que o anúncio feito pela OGX sobre a desistência de alguns de seus campos traz incertezas quanto a "viabilidade" da companhia no curto e no longo prazo e que o pagamento imediato de US$ 449 milhões para a OSX deixa a empresa com menos de um trimestre de caixa.
Para o Deutsche Bank, a reestruturação da dívida não deve ser descartada, ainda mais porque o exercício da put é desvantajosa para seu controlador. Diante da forte depreciação das ações, Eike poderia perder o equivalente a R$ 2 bilhões caso exercesse, hoje, a promessa de subscrever novas ações ordinárias até o valor de US$ 1 bilhão.
"Falamos algumas vezes sobre o risco de que o valor dos ativos da OGX não fosse suficiente para cobrir a posição da dívida da empresa de quase US$ 4 bilhões. Agora, estamos mais seguros que este pode ser o caso", afirmou o analista do Deutsche Bank Marcus Sequeira, em relatório. Nessa conta estão, além dos dois bônus externos, dívidas contraídas por meio de emissão de debêntures e crédito contratado com instituição financeira estrangeira.
Também em documento a clientes, o JPMorgan estimou que a OGX necessita de uma injeção mínima de capital de US$ 700 milhões para garantir a operação até meados de 2014. No entanto, o banco disse que essa injeção pode dar um fôlego para a empresa no curto prazo, mas não cobre o vencimento dos bônus de US$ 2,6 bilhões em 2018.

Atualizado: 04/07/2013 02:06 | Por CYNTHIA DECLOEDT, FERNANDA GUIMARÃES, estadao.com.br

Câmara adia votação da corrupção como crime hediondo

...Câmara adia votação da corrupção como crime hediondo

Além da proposta escolhida pelos deputados, que teve a urgência aprovada ontem, outras sete tramitam na Câmara. PMDB sugeriu a elaboração de um substitutivo com todas as sugestões

 A Câmara adiou na noite desta terça-feira (3) a votação do projeto que transforma a corrupção em crime hediondo. Com a aprovação da urgência ontem (2), a previsão era que o mérito fosse analisado hoje pelos deputados. No entanto, após uma ponderação do líder do PMDB, Eduardo Cunha (RJ), a apreciação foi marcada para a próxima terça-feira (9).
O projeto escolhido pelos deputados para ser votado em plenário foi o PL 6616/09, de autoria do Poder Executivo. Ele tramita desde 2009 apensado ao 3760/04, que já foi rejeitado em duas oportunidades pelas comissões de Constituição e Justiça (CCJ) e de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado (CSPCCO). No entanto, com as recentes manifestações por todo o país, os deputados mudaram de ideia e agora pretendem aumentar o rol de delitos da Lei de Crimes Hediondos.
“Como tramitam outras propostas, senhor presidente, peço que seja indicado um relator em plenário e um substitutivo seja elaborado”, ponderou o líder do PMDB. O presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), acatou a sugestão. Ele indicou o deputado Fábio Trad (PMDB-MS) para relatar as propostas.
O Projeto de Lei 6616/09 tipifica como hediondo, além da corrupção ativa e passiva, os crimes de peculato (desvio de valores ou bens móveis que o funcionário público tem posse justamente em razão do cargo) e concussão (exigir, para si ou para outrem, dinheiro ou vantagem em razão da função).
Se os crimes forem cometidos por membros dos três poderes – Executivo, Legislativo e Judiciário – a pena fica entre oito e 16 anos de prisão. A legislação atual prevê de quatro a 12. Ao entrar no rol dos hediondos, os crimes passam a ser inafiançáveis.
por Mario Coelho | 03/07/2013 21:11




domingo, 30 de junho de 2013

Brasil, o lugar das tristes realidades.








Muito se escreve, muito se grita, mas quem pode resolver fica se esquivando, joga para um, joga para outro, sentados em seus "provisórios" tronos. Enquanto rola a copa de Neymar e Cia., a vida continua nessa imensa ilha da fantasia.
Essa criança boliviana que foi atacada recentemente por um endemoniado foi um dos piores crimes que já vi na vida. O ladrão que só é homem quando se encontra armado, meu Deus, definitivamente eles não tem alma mesmo. O pior é ver um fedorento desses sendo defendido! Para mim quem defende é cúmplice, e não deveria existir apelação para esse tipo de caso. Um dos três poderes se moveu essa semana mandando um deputado ladrão para prisão. O judiciário pode sim resolver, promover reformas, basta só se mover. Mas aqui desde Dom João existem certas forças ocultas...Outro fato é esse medo que eles tem de uma mobilização popular, e se for feita com inteligência como as que estão ocorrendo melhor ainda. Mas sinceramente vocês acham que esse país que consta na sua história casos de golpes políticos, traições, ganância, crimes bárbaros, bandidos tido como heróis, tem alguma saída? Se você quiser ver como funciona aqui esse país indico três breves amostras, assista: Barão de Mauá o imperador e o Rei, tropa de elite 1 e 2, Olga Benário. O primeiro mostra como este país funciona em termos de política e economia. Breves recados para todos nós do Brasil.

Vejam que coisa triste isso:

Menino boliviano deu suas economias a assaltante

Folha de S.Paulo
 30/06/2013 - 07h00
O menino Brayan Yanarico Capcha deu as moedas que havia juntado para comprar presentes de seu aniversário ao assaltante que o matou, segundo Patrícia Vega, advogada do consulado boliviano.
Um tio do garoto, que não quis se identificar, confirmou. Brayan faria seis anos em 6 de julho.
De acordo com Patrícia, o menino queria comprar uma roupa com imagem do personagem infantil Pica-Pau e um caminhão de brinquedo.
A advogada disse que, quando o assaltante, irritado com os R$ 4.500 que havia recebido, exigiram mais dinheiro, o garoto lhe entregou suas moedas.

Brayan queria retornar para seu país. "Ele queria voltar para a Bolívia. Estávamos pensando nisso", disse ontem a mãe, Veronica Capcha Mamani, 24, no velório em Guarulhos, na Grande São Paulo.
O garoto era o único filho do casal. A família está no Brasil há seis meses.
O pai, Edberto Yanarico Quiuchaca, 28, afirmou que a família nunca tinha sido assaltada antes, nem em seu país nem no Brasil. "São Paulo tem muito assalto. Na Bolívia não tem tanto."
O velório, no Cemitério São Judas, começou no início da noite. O senador Eduardo Suplicy (PT) chegou por volta das 21h30 para "prestar solidariedade à família".
O corpo de Brayan deve ir para a Bolívia na segunda (1º) para ser enterrado em um povoado nas proximidades de La Paz. O consulado da Bolívia em São Paulo está cuidando dos trâmites legais e também arcará com os custos.

P.S: Esses fedorentos que fizeram isso deveriam trabalhar até o fim da vida pagando uma pensão a família da criança. Deveria ser feita já uma lei em caráter de urgência urgentíssima, para atacar o bolso desses fedorentos. Pensão vitalícia para as vitimas já!